domingo, 2 de junho de 2013

Pedimos pela aprovação do Parque Nacional Marinho do Arquipélago de Alcatrazes

foto de Cristian Dimitrius vencedora do prêmio: 

NATURE BEST PHOTOGRAPHY: OCEAN VIEWS 2013

O Arquipélago de Alcatrazes, hoje Unidade de Conservação, poderá ser recategorizado como Parque Nacional Marinho.
Além de se tornar o primeiro do Sudeste, a recategorização, facilitará o controle de pesca e a fiscalização do local, hoje um doa maiores Ninhais do Brasil com espécies que só ocorrem lá!

Foi assinando uma  petição e encaminhada ao senado federal.
 
Com uma área aproximada de 2.445 hectares, a Esec Tupinambás é composta por conjuntos de ilhas, ilhotas, lajes e parcéis litorâneos. O primeiro conjunto, em São Sebastião, a cerca de 34 quilômetros da costa, compreende parte do Arquipélago dos Alcatrazes. O segundo está localizado em Ubatuba e inclui a Ilha das Palmas, Ilhote e Laje do Forno, situados a leste da Ilha Anchieta, e Ilhota das Cabras, situada a nordeste da Ilha Anchieta. A Estação Ecológica tem ainda como parte integrante o entorno das ilhas, numa extensão de um quilômetro a partir da rebentação das águas nos rochedos e praias.
Aprovação do  Parque Nacional Marinho do Arquipélago de Alcatrazes






















Por que isto é importante

A Unidade de Conservação ESEC Tupinambás é hoje o mais ninhal do Brasil,abriga cerca de 10 000 aves arinhas que só se reproduzem lá, além de diversas espécies endêmicas. É rota migratória de cetáceos sendo possível o avistamento de baleias e golfinhos. A re-categorização de Unidade de Conservação para parque nacional, além de garantir a existência de um parque nacional marinho no Sudeste Brasileiro, poderá proporcionar uma maior ação fiscalizatória e a visitação pública monitorada ao Arquipélago

Mais de 80% dos recifes de corais brasileiros foram destruídos em 50 anos


25 de Setembro de 2012 • Atualizado às 04h47

O estudo “Monitoramento de recifes de corais no Brasil”, elaborado pela Universidade Federal de Pernambuco e pelo Ministério do Meio Ambiente, constatou que, nos últimos 50 anos, o litoral do Brasil perdeu cerca de 80% dos recifes de corais devido à exploração e à poluição marítima. O relatório ainda diz que os corais existentes estão ameaçados de extinção por causa das mudanças climáticas.

O documento é focado nos recifes de corais desde a costa nordeste do Rio Grande do Norte até o litoral sul da Bahia, e é baseado em pesquisas elaboradas anteriormente, que relacionam a redução dos corais ao aumento da temperatura da água, à pesca predatória e à poluição do mar.

O estudo foi iniciado em 2002 e terminou no ano passado, sob a coordenação de Beatrice Padovani, professora do Departamento de Oceanografia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Segundo a pesquisadora, boa parte da extração de corais no Brasil também está associada à produção de materiais de construção no País. "Até a década de 1980, houve muita extração de corais para fabricação de cal no país. Essa remoção era feita com explosivos. Só houve uma redução após a criação de leis específicas", declarou Beatrice ao jornal O Estado de S. Paulo.

O relatório deverá ser apresentado nesta segunda-feira (24), em Natal, durante o Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação. O estudo ainda alerta que fenômenos climáticos, como o El Niño, passarão a ser cada vez mais comuns nos oceanos e os corais serão diretamente atingidos. “Os recifes que vão sofrer mais serão aqueles em pior estado de conservação, afetados pela poluição, e que podem ser afetados por doenças", afirmou a especialista.

O estudo estima que 27% dos recifes de coral do mundo já foram degradados irreversivelmente. Também indica que, no ritmo atual, previsões apontam que uma perda semelhante ocorrerá nos próximos 30 anos.

O monitoramento de recifes de coral é especialmente importante devido à correlação encontrada entre eventos de branqueamento, fenômeno que vem danificando os recifes de coral no mundo todo, e mudanças climáticas globais.
Clique aqui para ler o relatório na íntegra. Com informações do Estadão.

Alagoas tem apenas 15% do esgoto tratado, o resto é lançado na natureza





Na capital esse número sobe para 32% e a meta é alcançar 60% até 2014.
Estado atribui problema à falta de interesse dos gestores municipais.

Fabiana De Mutiis Do G1 AL

Apenas 15% de toda a rede de esgoto em Alagoas são tratados, segundo a Secretaria de Estado da infraestrutura (Seinfra). Isso significa que 85% do esgoto produzido pela população no estado conhecido como o "Paraíso das Águas" seguem em direção a rios, lagoas e mar. O problema se deve a décadas de falta de investimento e planejamento no crescimento das cidades.
Para o secretário da Seinfra, Marco Fireman, os prefeitos não têm muito interesse em obras de esgotamento. "São obras que quebram a cidade toda, causam transtornos imensos e depois ficam embaixo da terra. Ninguém vê", diz.
Canal de esgoto cai direto para a Lagoa do Mundaú (Foto: Jonathan Lins/G1)Canal de esgoto cai direto na Lagoa do Mundaú (Foto: Jonathan Lins/G1)
O Brasil está muito atrasado nesta questão de saneamento básico, que não envolve só coleta e tratamento de esgoto, mas também distribuição de água e coleta de resídios sólidos.
Para mudar esta situação crítica, que não é exclusividade de Alagoas, mas acontece em todo o país, o governo federal faz investimentos por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em estacões de tratamento por várias regiões.
Em Maceió, de acordo com a Seinfra, apenas 32% do esgoto são tratados. E os efeitos desse descaso são vistos não só em bairros da periferia, mas nos cartões postais de Maceió. As belíssimas praias da capital são tomadas por línguas negras. A pior situação é do riacho Salgadinho. Aquele trecho da Praia da Avenida é motivo de vergonha para a cidade que recebe tantos turistas.
Bombeiros resgatam corpo de homem encontrado no Riacho Salgadinho, em Maceió (Foto: Reprodução/TV Gazeta) 
Em meio ao lixo, até um cadáver já foi encontrado no Riacho Salgadinho (Foto: Reprodução/TV Gazeta)
Mas nas praias mais frequentadas, como Pajuçara, Ponta Verde e Jatiúca, os banhistas também se deparam com as galerias pluvias que se tornaram esgotos a ceú aberto. Ao passar pelo Farol da Ponta Verde o mau cheiro toma conta do lugar.
Se a situação nas lindas praias está assim, no bairros mais pobres é muito pior. Na Levada, bem perto do Mercado da Produção e não muito longe do Centro, a maioria dos moradores vivem às margens de um fétido canal.
O local fica muito próximo à Lagoa Mundaú, lugar de beleza exuberante e que seria mais uma atração turística para a capital, mas está abandonado e maltratado pela população e seus governantes.
Praias sofrem com a ação do esgoto (Foto: Jonathan Lins/G1)Praias da capital são manchadas pelas línguas negras que seguem em direção ao mar (Foto: Jonathan Lins/G1)
O aposentado Bendito Aves Dutra, 71, sabe bem como é viver em um local sem tratamento de esgoto. Ele mora há 40 anos no bairro da Levada e diz que o cheiro costumava ser insuportável, mas que já se acostumou. "Eu nem sinto mais nada, a gente já acostuma com esse cheiro".
Marlon Clementino, 49, é açougueiro e também mora na região há 22 anos. Ele diz que a situação só piora com o tempo, porque aumenta a população e o canal fica cada vez mais sujo. Com relação a doenças ele diz que não tem muitos casos. "Eu acho que a gente cria anticorpos e não pega mais nada", diz com um sorriso de ironia.
Já a dona de casa Verônica Aquino dos Santos, 39, diz que vê muitas crianças com diarreia e até com dengue. "Isso aqui é horrível, é péssimo, é um descaso com a gente", diz.
Esgoto das casas são dispensados sem tratamento (à esq.); população convive com mau cheiro (Foto: Jonathan Lins/G1)Esgoto das casas são dispensados sem tratamento (à esq.); à direita, população convive com mau cheiro
(Foto: Jonathan Lins/G1)
Uma pesquisa realizada pela ONG Trata Brasil, divulgada no início deste ano, mostra que Maceió está entre as dez piores cidades do país sem saneamento básico. Foram registrados cerca de 300 casos de internação por 100 mil habitantes.
A pesquisa foi realizada em 81 cidades com mais de 300 mil habitantes entre os anos de 2003 e 2008, quando houve 67,3 mil internações por diarreia nessas cidades. Em 2011, os gastos com esse tipo de internação chegaram a R$ 140 milhões no país.
No interior do estado situações como a do bairro da Levada também são comus. Há cidades que não tratam nada de esgoto. Na última semana, o Ministério Público Federal disse que entrará com Ações Civis Pública e Criminal na Justiça cobrando que quatro municípios do interior do estado façam estações de tratamento de esgoto.
Nas cidades de Atalaia, Cajueiro, Pindoba e Capela o esgoto vem sendo jogado diretamente nos rios que desaguam nas lagoas Mundaú e Manguaba. Em Atalaia foi construída uma estação de tratamento há dez anos, mas está abandonada. A obra custou R$ 2,5 milhões aos cofres públicos.
Mãe empurra filho na cadeira de rodas na passarela de madeira no canal da Levada. (Foto: Jonathan Lins/G1) 
Mãe empurra filho na cadeira de rodas na passarela de madeira no canal da Levada. (Foto: Jonathan Lins/G1)
A procuradora da república Niedja Kaspary foi quem decidiu entrar com a ação. "Trata-se de um crime de poluição. Os municípios tiveram todas as oportunidades e o gestor não tem escolha, precisa adotar as medidas para que o meio ambiente seja preservado", diz.
Metas
Segundo o secretário da Seinfra, Marco Fireman, até o final de 2013 Maceió alacançará 40% de tratamento de esgoto. E a meta é chegar em 60% até 2014.
Já para o estado a meta é alcançar 30%. "Até 2014 todos municípios reibeirinhos do Rio São Francisco estarão com as obras de esgotamento concluídas ou em andamento" afirma. Para Marco Fireman só em 2020 as principais cidades de Alagoas estarão 100% saneadas.
Investimento
Só de recursos federais já foram investidos R$ 230 milhões e ainda estão sendo aplicados mais R$ 200 milhões. No total são R$ 430 milhões de investimentos em tratamento de esgoto em Alagoas, segundo a Seinfra.

domingo, 19 de maio de 2013

Esta foto foi tirada no igarapé próximo ao bairro de Educandos, em Manaus. Durante o período de cheia, o lixo acumulado fica todo boiando nos igarapés. Diante da cena, a ironia do nome "Educandos" não deveria passar despercebida... Foto: Vandré Fonseca

sábado, 6 de abril de 2013


'Maré' de algas mata mais de 240 peixes-boi nos EUA

Número de mortes neste ano supera o recorde de 1996, de 151 animais.
Fenômeno é causado pela proliferação descontrolada de algas.

Do G1, em São Paulo
Um fenômeno conhecido como "maré vermelha", causado pela proliferação descontrolada de algas, principalmente no mar, matou mais de 240 peixes-boi marinhos na Flórida só neste ano, infomou nesta quinta-feira (4) o Instituto de Pesquisa da Vida Selvagem e de Pesca do estado americano.
O número é maior do que o último recorde de mortes por "maré vermelha" no estado - 151 peixes-boi mortos em 1996. Os animais resgatados são levados para o Zoológico de Tampa Lowry, na Flórida, onde recebem cuidados de tratadores e veterinários.
Peixe-boi afetado pela exposição à 'maré vermelha' em tratamento nos EUA (Foto: Steve Nesius/Reuters) 
 Peixe-boi afetado pela exposição à 'maré vermelha' em tratamento nos EUA 
(Foto: Steve Nesius/Reuters)
Tratadores cuidam de peixe-boi afetado por 'maré vermelha' (Foto: Steve Nesius/Reuters)
Tratadores cuidam de peixe-boi afetado por 'maré vermelha' (Foto: Steve Nesius/Reuters)
   
 

domingo, 24 de março de 2013


Governos federal e estadual participarão dos Seminários Temáticos

http://litoralsustentavel.org.br/ 


O primeiro evento do Projeto Litoral Sustentável – Desenvolvimento com Inclusão Social para 2013 já está agendado: o Seminário Temático da Baixada Santista, que acontece nos dias 10 e 11 de abril, em Santos*.
O seminário do Litoral Norte foi adiado, mas deve acontecer ainda no mês de abril. Os eventos contarão com a participação de representantes dos governos federal e estadual.

Objetivo

O objetivo dos seminários é debater com os participantes os quatro eixos temáticos (títulos provisórios e em debate) que nortearão a elaboração das Agendas Municipais e Regional de Desenvolvimento Sustentável:
1. Condições de vida e inclusão social
2. Uso sustentável do território e áreas protegidas
3. Potencialidades para o Desenvolvimento da Região

4. Gestão regional integrada
A partir desses eixos serão tratados os diversos temas que foram trabalhados nos diagnósticos municipais e regional de forma transversal, ao longo de 2012.
No segundo dia do evento, haverá uma mesa com representantes dos governos federal e estadual para discutir o papel dos entes federados no desenvolvimento local, bem como os financiamentos públicos que podem ser acessados pelos municípios e entidades locais.

quinta-feira, 14 de março de 2013

14/03/2013

Estudo mostra que fóssil de baleia azul achado em Iguape tem 2 mil anos

http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2013/03/estudo-mostra-que-fossil-de-baleia-azul-achado-em-iguape-tem-2-mil-anos.html 

Estimativa inicial é que o fóssil fosse de 6 mil anos atrás.
Pesquisadores e alunos da Unesp continuarão fazendo visitas no local.

Mariane Rossi Do G1 Santos

Ossos da baleia continuam na Unesp em São Vicente (Foto: Mariane Rossi/G1)Ossos da baleia continuam na Unesp em São Vicente (Foto: Mariane Rossi/G1)
Os fósseis de uma baleia azul (Balaenoptera musculus) que foram encontrados em uma praia de Iguape, no litoral de São Paulo, em agosto do ano passado, foram oficialmente datados e são de 2 mil anos atrás. Alunos e pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de São Vicente, no litoral de São Paulo, são os responsáveis pelos fósseis. O professor Francisco Buchmann, que comandou a equipe, disse que inicialmente a previsão é que o fóssil estivesse no local há pelo menos 6 mil anos, mas um estudo americano revelou a verdadeira data em que a baleia encalhou na praia em Iguape.

Segundo Buchmann, os pesquisadores acreditavam que a baleia tinha vivido há 6 mil anos porque sabiam que nesta data houve uma grande variação do mar, que provocou fortes erosões no litoral. “Mas foi uma variação de 2 mil anos atrás que provocou o encalhe da baleia. As variações pararam e a praia cobriu a baleia”, explica o professor.
Professor e pesquisador Francisco Buchmann fala sobre os fósseis da baleia azul (Foto: Mariane Rossi/G1) 
Professor Francisco Buchmann fala sobre os
fósseis da baleia azul (Foto: Mariane Rossi/G1)

Para realizar a datação oficial, eles mandaram pedaços do fóssil para serem analisados nos Estados Unidos. “Para não ter dúvidas mandamos duas amostras iguais, pedaços do crânio, cerca de 100 gramas”, falou Buchmann.
O professor explica que a datação é feita por carbono 14. Essa substância encontrada no ar é absorvida por todos os seres vivos tanto quanto o carbono normal (carbono 12) de maneira constante durante quase todo o tempo. Quando o ser vivo morre, ele para de absorver carbono e continua a decair o número de átomos e este não é mais reposto. “A relação entre carbono 12 e carbono 14 me diz a idade do material”, disse ele. O resultado das duas amostras foi igual. O estudo determinou que a baleia viveu há 2 mil anos atrás, com uma margem de erro de 30 anos para mais ou para menos.
Buchmann pretende levar a datação oficial do fóssil, encontrado em Iguape, para um Congresso em Natal. Após as discussões sobre a pesquisa científica, a ideia é publicar a descoberta em uma revista da área de paleontologia. Além disso, o pesquisador e os alunos da Unesp de São Vicente continuarão fazendo visitas no local onde o fóssil da baleia azul foi encontrado. “Nós continuamos monitorando aquela área,  houve variações muito fortes. No inverno podem aparecer mais coisas, mais ossos, mais baleias, porque as tempestades erodem a região”, disse Buchmann.
Equipe de alunos e pesquisadores encontram fósseis de baleia azul em Iguape, SP (Foto: Francisco Sekiguchi Buchmann/Divulgação) 
Alunos e pesquisadores com os fósseis
(Foto: Francisco Sekiguchi Buchmann/Divulgação)
Relembre a descoberta

Um morador da cidade encontrou o objeto na areia da praia e avisou a equipe do Laboratório de Estratigrafia e Paleontologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de São Vicente. O professor da área e oceanógrafo Francisco Buchmann foi até a praia do Leste, em Iguape, e constatou que o material se tratava de ossos de uma baleia, em processo de fossilização. No local havia parte do crânio da baleia, parte da mandíbula, escápula, vértebras, costelas e uma parte do ouvido característica da baleia azul (Balaenoptera musculus), o que pôde definir a espécie do animal.

Ele e 25 alunos do curso de Biologia Marinha e Gerenciamento Costeiro ficaram no local entre os dias 22 de agosto e 2 de setembro para realizar a escavação. O primeiro passo foi retirar grandes pedaços de troncos de árvores que estavam em cima do crânio do animal. Logo depois, foi feita uma barricada feita com sacos de areia para que o mar não avançasse e cobrisse novamente os fósseis.

Um gerador de energia elétrica e uma bomba submersa foram usadas para retirar a água dentro da escavação. Depois de diversas etapas deste processo, os alunos e o professor conseguiram um guincho elétrico, um tripé e uma talha para a retirada dos ossos menores e elevação do crânio acima das ondas. Eles tiveram que construir uma espécie de estrada na areia para poder remover o crânio da praia e colocá-lo no caminhão, que levou os ossos e colocou em frente a um dos laboratórios de pesquisa, na sede da universidade em São Vicente.

Segundo Buchmann, provavelmente a baleia encalhou numa antiga praia quanto o nível do mar era muito acima do que vemos atualmente. Muito tempo depois, houve a variação da linha de costa devido a erosão costeira, o que expôs o crânio e ossos ao ambiente de água salgada. Ele estima que a baleia pesava entre 20 e 30 toneladas.
Os alunos ficaram acampados e puderam participar de toda a parte prática da profissão.
As oito peças estão sendo restauradas e preservadas pelo especialista. Uma parte de um fóssil foi encaminhado aos Estados Unidos para análise.